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Salvem o Hóquei em Patins!

Salvem o Hóquei em Patins!
Durante anos e anos, a modalidade que os portugueses mais apreciavam depois do futebol era, sem discussão, o hóquei em patins. E por mais estranho que...

Durante anos e anos, a modalidade que os portugueses mais apreciavam depois do futebol era, sem discussão, o hóquei em patins. E por mais estranho que isso, hoje em dia, possa parecer, no passado era uma constatação pacífica. Afinal de contas, um povo gostar do desporto em que o seu país obtém os melhores resultados internacionais é… normal.

Nunca pratiquei hóquei e para ser totalmente sincero devo acrescentar que só uma vez, creio que em Santo Amaro de Oeiras, tentei patinar. O resultado não foi famoso. Estimo ter estado menos de 5 segundos de pé. Mal desejei esboçar um movimento e “aterrei” no chão. Não precisei de segunda experiência para descodificar o sinal divino. Aquilo não era coisa para mim. Descalcei os patins… até hoje.
 Luís Avelãs
Mas, paradoxalmente, fui sempre um bom adepto do hóquei em patins. Mesmo tendo optado por jogar basquetebol e – num curto período – andebol, passei muitas manhãs de domingo no Pavilhão da Liga de Algés (clube que era uma referência ao nível da formação) a ver jogos dos vários escalões jovens. E por vezes, aos sábados à tarde, também espreitava os seniores na segunda divisão.

Era um seguidor tão atento do hóquei que, para além de não perder as poucas transmissões televisivas, acompanhava, de rádio colado ao ouvido, as jornadas do Nacional que decorriam religiosamente nas noites de sábado. Como aqueles relatos eram entusiasmantes! E para ajudar a essa emoção, convém salientar que os três grandes clubes cá da terra estavam sempre na luta pelos títulos.

Nessa altura, quando por vezes até chegava a “esquecer-me” de ir à escola para assistir, “in loco”, a umas partidas internacionais (ai se a Dona Emília lê isto…), não imaginava que, anos mais tarde, teria oportunidade de acompanhar de perto alguns dos feitos relevantes da modalidade. Mas foi isso que aconteceu. E entre outras vivências, recordo com satisfação ter sido um dos jornalistas de Record (juntamente com o meu camarada Vítor Ventura) presentes no último título mundial de seniores de Portugal. Foi em Oiveira de Azeméis, em 2003.

Gostar de uma modalidade não é suficiente para me fazer ignorar o que considero estar mal nesse desporto. Bem pelo contrário. E no caso concreto do hóquei em patins, nunca deixei de, junto de pessoas bem mais entendidas, lamentar a forma passiva como os dirigentes assistiam à perda de popularidade da sua modalidade. Os meus recados/alertas, porém, tiveram o mesmo destino que as propostas/recomendações de tantos outros que, ao longo dos anos, também se indignaram perante determinadas situações.

Contudo, se em Portugal, aqui e ali, ainda se vislumbram algumas pequenas tentativas dos responsáveis para tentar puxar a modalidade de novo para a ribalta, o que se passa nas instâncias internacionais é simplesmente inacreditável. Quem devia estar na primeira linha do combate pela evolução do hóquei em patins, aparentemente pouco faz por isso. Ou então até faz, mas com a particularidade de optar quase sempre pelas soluções erradas, revelando insensatez e falta de visão estratégica.

Quem assistiu, como eu, à meia-final do actual Mundial entre Argentina e Portugal percebeu, de imediato, o porquê do hóquei em patins ser, muito provavelmente, a única modalidade que, há décadas, não conhece evolução alguma. Qualquer dirigente internacional que tenha visto o jogo deve sentir vergonha. O que se passou em San Juan só contribuiu para o descrédito da modalidade. Com tristes espectáculos como este, dificilmente novas nações irão aparecer no hóquei ou as existentes reforçarão a aposta na modalidade.

Deixemos as questões de patriotismo de lado, mesmo assumindo que a Selecção Nacional realizou perante a equipa da casa a sua melhor prestação na prova. Quem viu o jogo percebeu, mal arrancou a segunda parte, que a Argentina tinha de ganhar e que, como consequência, Portugal teria de perder. E sendo assim, todos os expedientes eram válidos para assegurar esta “determinação superior”.

Um golo válido que não contou; faltas inexistentes que se transformaram em penáltis contra; infracções sofridas na área contrária que não foram assinaladas; livres directos a beneficiar a equipa da casa repetidos até a bola entrar; cartões azuis mostrados a pedido para deixar a equipa em inferioridade e um longo período de mais de 15 minutos sem ver os juízes sancionar uma falta aos adversários. Tudo isto aconteceu à equipa portuguesa, com o alto patrocínio de dois árbitros (?) que, num desporto com regulamentos a sério, arriscavam-se a nunca mais apitar uma partida.

Mas, sendo isto hóquei em patins, uma modalidade que tem nas suas fileiras os seus maiores adversários, nada vai acontecer. Para a próxima, poderá voltar a estar um juiz espanhol (com o seu país a ter assegurado minutos antes a qualificação para a final) a “escolher” o opositor do seu país para o embate decisivo ou um suíço a tratar de “encomendas”. E assim o hóquei vai continuar a definhar, a perder popularidade, a ser relegado para um plano inferior. Se ninguém o salva depressa, temo que o processo se torne irreversível. Infelizmente…


Por:  Luís Avelãs / Record

Comentários

  • Igor [Não autenticado | IP: 195.23.xxx.xxx]: Pois é! E o que se passa em portugal? O que se passa a nivel interno? E o que se passa nos jogos e campeonatos distritais e nacionais das camadas jovens, onde os clubes pequenos e pais que tentam, que os seus filhos pratiquem desporto e que fazem movimentar e muito a economia por esse país fora, e que vê vergonha como aquela que se viu num campeonato mundial, não tem que mudar nada? Basta baixar a categoria dos árbitos? Mas eles continuam a arbitrar?

  • João Cravo [Não autenticado | IP: 158.169.xxx.xxx]: Segundo o site da FEP, a Espanha e a Argentina vão organizar o Torneio das 4 Nações. Será disputado entre duas edições do Mundial (2012, 2014, etc). A Espanha e a Argentina serão equipas residentes, às quais se juntam equipas europeias (quando disputado em Espanha)ou americanas (quando disputado na Argentina).
    Penso que a sobrevivência e desenvolvimento do hóquei em patins passa sobretudo pour trabalho e criatividade.
    Como amante da modalidade, creio que Portugal faria muito mais por este desporto se conseguisse convencer, nos próximos 2 anos, 16 novos (ou recuperados: Dinamarca, [ex] Jugoslávia, etc.) países à prática do hóquei, do que se obtiver um 16° título mundial em Angola.
    Entretanto, reparei que grandes clubes multidesportivos praticam este fantástico desporto: FC Porto, Sporting, Benfica, Barcelona, River Plate e Independiente (Argentina) e Portuguesa de Desportos (Brasil),por exemplo. Porque não a) organizar uma Giants Cup, um torneio que mostre ao Mundo que os grandes praticam este desporto.
    Nota: porque razão o hóquei não tem lugar numa estação - Eurosport - que transmite snooker, cricket, floorball e matraquilhos? durante muitos anos o râguebi de XXV ofereceu o Torneio da 5 Nações às televisões; hoje, esta modalidade, olímpica na sua versão Club Med, vale milhões, mesmo se a bola passa o tempo escondida sob uma pilha de estivadores em calções. Marketing, you know?

  • Paulo Figueiredo: "temo que o processo se torne irreversível"

    Luís Avelãs, o processo já é irreversível! o HP não está em coma apenas em Portugal, também está a nível internacional e mudar isso no mundo inteiro é um processo que demoraria anos....por isso digo em linguagem universal para todos perceberem "the end is near" infelizmente....!

  • Bruno Carvalho [Não autenticado | IP: 91.216.xxx.xxx]: É possível que o HP veja diminuida a quantidade de participantes e até pode ser que venha a ter menos praticantes do que a Pat.Artistica. Assim como é em Itália actualmente.

    O que fazer?
    Adequar o HP a realidade. E a realidade é esta, os clubes não tem verbas para continuar. Nem se trata da questão de serem "antigos" e terem "dividas antigas". Trata-se que não existem locais suficientes para por em pratica esta modalidade.

    Vemos o caso de ha uns anos atrás, ainda não havia futsal, havia o futebol salão, onde se aproveitavam as tabelas do HP. Depois de instalada a modalidade nos clubes, toca a tirar as tabelas porque a FPF assim o exige e vamos passar do futebol salão para o futsal. Assim muitos locais perderam as tabelas e agora elas custam cerca de 45.000 a 50.000 euros. E qual é o clube que não tendo local para a pratica do HP, vai investir esta verba para dar inicio a esta modalidade?
    A alternativa passa por pavilhões municipais equipados com tabelas. Ora aqui vem outro grande problema, em Lisboa não há um pavilhão municipal com tabelas de HP. Loures tem dois, mas, um é usado exclusivamente para o futsal. O outro está lá o Lisbonense e sabe Deus a que custo. Dilemas com a montagem e desmontagem das tabelas...

    Este é o verdadeiro inimigo do HP. A falta de espaços e a falta de verbas para equipar/recuperar os espaços existentes.

    As Associações que exijam das Câmaras que os novos pavilhões estejam equipados para o efeito. Já alguém viu um pavilhão novo sem balizas de futsal/andebol?

    Afinal quem é que está a "ajudar ao enterro"?

  • Bruno Almeida [Não autenticado | IP: 84.91.xxx.xxx]: Boa tarde,

    Já alguém aqui referiu as transmissões (ou a ausência delas) como forma de promoção da modalidade.

    Pois é! Ano após ano, verifico que sempre que este tema é debatido, vários são aqueles que criticam as estações televisivas pelo desinteresse na modalidade, enquanto que, outros, acusam a Federação Portuguesa de Patinagem de contribuir para esta situação e de serem os culpados da fraca divulgação do Hóquei em Patins em Portugal.

    Afinal de contas, em que ficamos?

    É que, porra, já há anos que dura este arrufo e o que é certo é que não se vê nem prevê qualquer mudança!
    A televisão estatal há muito que desistiu do HP, já a SportTV, nunca apostou de forma coesa na modalidade, o que é de estranhar, até porque, indo de encontro ao artigo de Luís Avelãs, com certeza o HP terá um número muito maior de seguidores do que propriamente o Voleibol ou o Golfe, modalidades nas quais a SportTV aposta firmemente e, na minha opinião, exageradamente. Não sendo um perito no assunto, imagino até que uma transmissão da 1ª divisão de HP, teria muito mais telespectadores do que qualquer jogo de futebol das ligas escocesa, holandesa, belga ou suiça.

    Será que os custos de transmissão justificam a não existência da mesma?!

    Não sei.
    E, como já disse, ano após ano, continuo a saber o mesmo.

    Já agora, um agradecimento ao Porto Canal que, de facto, tem vindo a transmitir cada vez mais jogos (envolvendo vários clubes e não sempre os mesmos) da modalidade.

  • Mario [Não autenticado | IP: 87.196.xxx.xxx]: Quando uma FPP e Associações gastam rios de dinheiro em estágios com as selecções e tem em atraso á mais de 1 ano as ajudas de custo aos clubes (casos das deslocações ás ilhas por ex.) está simplesmente a matar o HP. Quando, em vez de:
    - Aumentarem as provas anuais,(existem escalões em varias Associações que vão ter meses em que simplesmente não têm jogos e outros que vão fazer 1)
    - Aumentarem os tempos de jogo das camadas jovens (mais miudos podiam participar!. Qual a motivação de um miudo e dos que o acompanham de por ex fazer uma deslocação de Bragança ao Porto para jogar 8 min!?)
    - Jogos com mais frequência, promover a competição apartir dos escalões mais baixos (nos escalões mais baixos as classf. e a competição não existe( só apartir de infantis), ao contrário das outras modalidades.
    Enquanto o lema cá dentro for de tentar sacar o maximo de dinheiro aos clubes para pagar estágios de quase 2 meses ás equipas técnicas jogadores, médicos etc das selecções e não investirem na modernização da modalidade ( nem um site minimamente actualizado têm, ainda no jogo dos quartos de final o comentador da tv relatou o caso de a FPP não ter o site minimamente actualizado, sem estatisticas sem informações dos jogos anteriores de epocas transactas etc...simplesmente uma vergonha para a modalidade!)
    Por isso e muito mais o hoquei está ligado ao ventilador!
    Mas pronto, se calhar os dirigentes das outras modalidades é que estão errados!
    Se calhar clubes como o Cascais que deixou o Hoquei para se dedicar ao Futsal é que estão errados...

  • Nelson Alves: Para o Porto Canal (leia-se MediaPro) poder transmitir todos os jogos que transmitiu na temporada passada, teve de haver um patrocínio (MAPFRE Seguros) para assegurar os custos de produção...

    http://www.mundook.net/news/5003-hoquei-em-patins-e-uma-aposta-ganha.html

    As audiências foram muito boas, até porque o trabalho foi feito com qualidade e... o hóquei em patins foi um produto "bem vendido"...

  • Humberto Ferreira [Não autenticado | IP: 89.181.xxx.xxx]: Obrigado Nelson. Tiveste a oportunidade de ver isso de perto. O hóquei tem de ser bem vendido! Nada como ser pressistente e encher constantemente caixas de e-mail.

  • Helder Silva: Depois de reler este artigo do Luis Avelãs e os comentários seguintes, juntando às já muitas dezenas de outros que estão revoltados com o que se passa no panorama nacional, penso que seria importante fazer-mos TODOS, uma pesquisa e consequente análise de dados e uma profunda reflexão sobre o verdadeiro estado da modalidade.
    Constatação de factos, apenas.

    1- Analisemos a sua verdadeira dimensão actual, com tendência a decrescer desde há 20 anos a esta parte.
    HP, tem fortes implementações em cidades isoladas e não em países, muito menos em continentes, como tal, de não dimensão mundial, como todos desejariamos e muitos ainda acreditam.

    Esta realidade é fruto de uma causa-efeito de um modus operandi que se instalou nos centros de decisão e que rapidamente se espalhou por alguns países, principalmente por Portugal e Espanha, ainda assim, Espanha temos de nos referir a zonas específicas porque no centro e sul, praticamente não existe nada da modalidade com expressão, à excepção da equipa de Alcobendas na comunidade de Madrid, em escalões de formação.
    Como tal, sobra Portugal, unico PAÍS do mundo, onde se joga de norte a sul e mesmo assim, é evidente o interesse que desperta nos meios de comunicação social actual e nas grandes baixas em clubes e jogadores, principalmente a nivel da formação.
    Há que reverter rápidamente esta situação e pelo menos tentar voltar a colocar o hóquei no seu devido lugar, no panorama nacional e internacional.

    2- A aposta falhada da Olimpiadas de Barcelona, onde o hoquei esteve presente como modalidade exibição, foi o exemplo do maior haraquiri no desporto de alta competição. Os responsáveis na altura, deveriam ser punidos pela falta de competência que deitou tudo a perder, quando a ganância de ganhar uma medalha que poderia vir a ser a unica e a estupidez falou mais alto do que o espectacul. Uma acção conjunta e concertada por parte das 12 selecções presentes no sentido de jogarem dando espectaculo, não. Goleadas de 38-0, 25-1 e de 17-1 em que Portugal, Espanha e Itália doram os carrascos, juntando à paupérrima imagem que deixaram nos jogos entre si, com escaramuças constantes, ditaram aquilo que hoje sabemos. Hóquei em patins definitivamente fora da corrida olímpica.
    Definitiva sim, infelizmente.
    Porque muita gente não sabe que foi feito um esforço gigante, mal coordenado diga-se de chegar a todos os continentes com a modalidade e de forma a ser praticado por ambos os sexos. MAs esqueceram-se de pensar que os decisores do comité olimpico foram verificar tudo e rapidamente perceberam a marosca que fi feita em alguns países, onde colocaram treinadores e ofereceram material, para que um grupo aprende-se mesmo que mal, não pensando numa verdadeira divulgação e implementação, uma vez que já lá estavam mesmo. Por essa razão, se deu alento a milhares de jovens do sexo feminino e depois de saberem que tinham feito trampa e que de nada tinha servido, voltaram a abandonar literalmente o hoquei feminino que hoje só sobrevive à custa do bolso e da enorme paixão de alguns voluntários. Para além disso, para os organismos oficiais o HP feminino é algo que tem de acabar, porque se o masculinos já não lhes dá o dho que dava, então as meninas... Infelizmente.

    3- Na modalidade está instalado um clima de repressão e de medo, tipico nas ditaduras, em que o principal objectivo é manter tudo fora do conhecimento dos seus intervenientes e manietar todos aqueles que o ousem colocar em causa, usando por exemplo a classe (abandonada por eles) dos árbitros para servirem de policias, em que se encarregam de "mandar recados e castigar os clubes que na sua estrutura tiverem algum desses contestatários".
    Como os clubes vivem dos resultados e alguns dos favores necessários nas secretarias das Associações e Federação, muitas vezes não tendo mesmo verbas no momento para inscrever jogadores ou pagar taxas, lá vão acedendo e convidando essas pessoas a abandonar ou a postura ou o clube.
    Como quem acaba por pagar é sempre o que menos culpa tem, ou seja, o atleta que só quer é jogar e se possivel a titular, as pessoas têm de engolir verdadeiros sapos vivos, encostando-se ao poder instalado, inclusive ajudando a "expulsar" o Satanás.

    O hóquei em patins é uma modalidade apaixonante e emocionante que beneficiou muito com as novas regras, que necessitam de ser ajustadas, aliás como tudo o que é novo ( já referi algumas nas propostas que apresentei)

    O hóquei em patins precisa de voltar a olhar para o futuro sem ser pelo espelho retrovisor.

    O hóquei em patisn precisa de pessoas que estejam ou tenham estado directamente ligadoas à modalidade, quer como jogadores ou treinadores, mas... QUALIFICADOS e não nomeados por influências e outras artimanhas.

    Estruturar um plano concertado entre os vários países praticantes num congresso e definirem objectivos execuiveis e claros para os próximos anos e a longo prazo e numa primeira instância incentivar a prática da modalidade nos jovens, nas escolas, alterando a filosofia competitiva de forma a todos poderem jogar-jogar ( não os esquemas que as equipas e treinadores inventam para fazer cumprir as leis que se arranjaram mas que não funcionam na prática )
    Já por várias vezes referi que o principal "inimigo" do hp é o futsal porque os novos pavilhões não têm tabelas e o piso utilizado é especifico para eles e não para o hp, como tal, precisa-se de apoio governamental, evocando o grande prestigio e história da modalidade, para que tal seja obrigatório em cada pavilhão, pelo menos municipal. Pode-se dar o exemplo real que, o hp, tirando o futebol é a modalidade que é mais praticada nas pequenas localidades, onde inclusive em algumas delas é o "desporto nacional".
    Como ninguém pretende que o hp venha a ser considerado dentro de poucos anos um jogo tradicional portugês e de uma parte de Espanha e outras pequenas localidades da Argentina e Itália ( já nem Sertãozinho o é ).

    Muito mais haveria por partilhar, voltando a dizer que esta opinião é apenas uma (mais uma) tentativa de chamar a atenção de todos que também podem e o devem fazer em prol de uma modalidade que é uma paixão para nós.
    Mesmo podendo estar errado em muitos pontos, acredito que o debate, pelo menos entre pessoas que não se importam de dar a cara, expondo-se e arriscando consequências "penalizadoras" e cujo UNICO objectivo é ver o HP mudar o rumo para melhor, porque para pior, já é impossivel.

    Termino, voltando a dizer que precisamos olhar para o futuro, sem ser pelo retrovisor.
    Viva o hóquei em patins.

  • joaogoncalves [Não autenticado | IP: 81.193.xxx.xxx]: «España y Argentina presentan el Torneo Cuatro Naciones de hockey sobre patines

    La FederaciónEspañolade Patinaje y la Confederación Argentina de Patín firmaron esta mañana un acuerdo de colaboración en el que, principalmente, se detalla la creación de un nuevo campeonato de hockey sobre patines, el Torneo Cuatro Naciones. La rúbrica fue sellada por Carmelo Paniagua, presidente de la RFEP, y Marcelo D. Martínez, presidente de la CAP, en la sala de prensa del Aldo Cantoni, en San Juan. Este nuevo torneo se disputará cada dos años de forma alternativa en España y Argentina, participando siempre estas dos selecciones.

    Los otros dos conjuntos serán invitados por la organización con el objetivo de encontrar la mayor promoción del deporte, y aunque en principio se tratarán de equipos europeos cuando el torneo se realice en España y americanos cuando se haga en Argentina, el acuerdo no cierra la puerta a que puedan ser invitados equipos africanos o asiáticos en un futuro. Aunque aún faltan algunos flecos por cerrar en relación a las fechas y en qué país se empezará el torneo, por el momento parece seguro que este torneo tendrá lugar en los años que no hay mundial.

    Carmelo Paniagua explicó que las negociaciones se iniciaron en el Campeonato Panamericano, y destacó que “desde el primer momento Marcelo Martínez puso todo el esfuerzo y entusiasmo en este proyecto”. Paniagua calificó de “muy importante” poder escenificar que “dos de las federaciones más importantes del mundo, más allá de la rivalidad deportiva, que esta noche quedará en evidencia, somos dos federaciones amigas que tenemos muy claro que las potencias internacionales en nuestro deporte tienen que trabajar conjuntamente para el buen desarrollo de este deporte, para ayudar a otras federaciones con el fin de que este deporte, así como las diferentes modalidades del patinaje, crezca”. Paniagua subrayó que este nuevo torneo sirve como “reivindicación de este acuerdo de colaboración”.

    Martínez, que abrió la posibilidad de abrir el torneo posteriormente a otras categorías como las sub 17 o hasta el femenino, también destacó “la excelente relación que hay entre ambas federaciones” y quiso recalcar que “la firma de este convenio significa el trabajo conjunto de todos los comités de todas las modalidades del patinaje”.»

    Sabiam disto ? OMG :O Estas duas selecções querem mesmo mandar nisto tudo, agora até criam torneios em que apenas elas são selecções fixas, as outras têm que lhes estar à altura para chegar lá. Ridiculo... Vamos acabar com esta pouca vergonha !!!

  • Cristina Maria GonçalvesAntunes Afonso [Não autenticado | IP: 95.136.xxx.xxx]: "O hóquei em patins precisa de voltar a olhar para o futuro sem ser pelo espelho retrovisor"
    Esta é sem dúvida melhor forma de darmos a volta na modalidade...
    E a novas regras foram benéficas para o hóquei patins, ajudaram certos clubes a manter a ordem de outros tempos, o gosto pela modalidade não requer violência mas sim técnica e táctica
    Sou filha de jogador e mãe de jogadores o belo de um jogo nos anos 60 para a revolta de um jogo nos anos correntes

  • Bruno Carvalho [Não autenticado | IP: 79.168.xxx.xxx]: As arbitragens também contribuem para que o HP desapareça.
    Quando os "amiguinhos" estão os 15 minutos finais sem marcar uma unica falta porque já tem 9...
    Qualquer dia só haverá equipas de "amiguinhos" a jogar e quando se derem conta estão a jogar a pau com os ursos!

    Gostaste do banho frio?

    Fui eu que mandei desligar a agua quente.

    E da próxima vez nem chegas perto do pavilhão.

  • ICARVA [Não autenticado | IP: 91.216.xxx.xxx]: Já alguém perguntou a todos os intervenientes do HP se o querem salvar?
    E concretamente o que é que todos e cada um dos intervenientes já fez para ajudar a salvar o HP?

  • Helder Silva: Estas perguntas ficarão para sempre sem resposta, apesar de TODOS saberem responder.
    Por mais incrivel que possa parecer, cada vez mais é um hábito, ver pessoas que, carregadas de razão falam por esses pavilhões e gabinetes e cafés, e outros locais, sobre as incompetências, injustiças e vergonhas que se passam no hp e depois, quando os principais responsáveis resolvem baixar à terra, ele é abraços e sorrisos que não mais acabam. Mais triste ainda é a falta de coragem de alguns agentes do hp, também eles contestatários " mas a ganhar posição" que, com medo de ser "vistos" por "alguém", fogem dos contestatários do "regime" como o diabo foge da cruz. Não vá alguém pensar que até conversam sobre as coisas.... É bom que saibam que conversam sim, mas não precisam de o fazer, porque as atitudes que tomam são por demais evidentes e lembrem-se que daqui para a frente, não mais poderão estar bem com Deus e com o Diabo.

  • Daniel Leal: Por favor ajudem a mudar o rumo do Hóquei. Acedam: http://www.facebook.com/groups/HockeynosJO/
    http://www.facebook.com/events/103956369725819/
    AJUDEM A CAUSA POR FAVOR.

  • Daniel Leal: Juntem-se ao Grupo e ao Evento e convidem todos os vosso amigos.

  • Al Katifa: Espero voltar a ver o Hóquei em patins nacional,outra vez ao mais alto nivel,e mais particularmente,o meu OQUEI CLUBE DE BARCELOS.
    Mas para que isso aconteça na minha opiniao,em primeiro lugar é necessário começar a mudança por nós publico e enchermos os pavilhoes,podemos todos também audar tonando-nos sócios nos respectivos clubes que apoiamos,é necessário também maior destaque na imprensa,e regressarem as transmissoes televisivas,penso que também seria importante,procurar novos patrocinadores,espero mesmo que esta bela modalidade sobreviva a estes dificeis tempos...e que se consigua recompor,é incompreensivel que as coisas tenham chegado a este ponto a modalidade que mais alegrias deu a todos os portugueses chegar a este ponto.

    deixo também aqui um link da Página de apoio ao OCB no Facebook para adeptos e simpatizantes do GRANDE O.C.B

    http://www.facebook.com/pages/%C3%93quei-clube-de-Barcelos-FAN-PAGE/273979082674596

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