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Numa partida decidida pela frieza dos espanhóis
Candelária cai de pé
O jogo disputado em Vilanova foi muito táctico, com a equipa do Pico a não conseguir bater um forte adversário, apesar de tudo terem tentado

18/03/2007 José Paulo Silva

Numa partida pautada pelo equilíbrio e pelo rigor táctico, foram pequenos pormenores que fizeram a diferença, principalmente na primeira etapa.
A equipa espanhola chegaria à vantagem, mas Cândido Oliveira empataria a partida a 1 golo.
Quando faltavam 60 segundos para o final da primeira etapa da partida, o Vilanova chegaria de novo à vantagem numa jogada individual de 1 para 1, com o jogador espanhol a “partir os rins” a Leonardo Tomba e a bater Paulo Matos.
Na segunda etapa a equipa do Pico foi tentando de várias formas chegar ao empate, mas a suspensão de Carrais fazia com que a equipa comandada por Pedro Nunes perdesse alguma capacidade ofensiva, a juntar ao facto de ter também no banco, Mauro Fernandez que se havia lesionado no jogo de terça feira contra o Benfica.
Mas Pedro Nunes, arriscaria tudo, tendo mesmo utilizado o argentino e Carrais, que poderia ver o cartão vermelho.
Quando a equipa “picarota” estava balanceada no ataque, a equipa do Vilanova aproveitou uma rápida situação de contra-ataque para fazer o 3-1. Faltavam pouco mais de 9 minutos para o final da partida e as esperanças da equipa portuguesa começavam a diminuir, apesar do brio dos atletas e equipa técnica, que tudo fizeram até ao final para poder contrariar o marcador.
A 1:37, quando o Candelária, já em desespero, atacava de qualquer maneira, eis que surge mais um contra-ataque, com os espanhóis a fazerem o 4-1, não dando hipóteses de defesa a Paulo Matos.
Carrais ainda faria o 4-2, mas faltavam apenas 11 segundos para o final da partida.
Vitória do Vilanova, que friamente aproveitou as melhores oportunidades para conquistar a vitória, num “score” demasiadamente exagerado.
Arbitragem regular.

 
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