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Sporting conquista a CERS

Sporting conquista a CERS
O Sporting venceu a segunda Taça CERS do seu historial, ao bater o Reus na final por 3-4 no desempate por grandes penalidades. Foi um Sporting diferen...

O Sporting venceu a segunda Taça CERS do seu historial, ao bater o Reus na final por 3-4 no desempate por grandes penalidades.

Foi um Sporting diferente, mais vivo, mais “positivo”, o que se apresentou perante um Reus órfão de Jepi Selva mas fiel à filosofia ofensiva de jogo de Alejandro Domínguez. Ainda assim, os leões voltaram a dar a iniciativa de jogo ao adversário, muito por logo a partir dos três minutos – num golo feliz de Tiago Losna – se ter adiantado no marcador.

Tiago Losna inaugurou o marcador

O Reus atacou muito e rematou sempre que pôde mas sem conseguir bater um Girão concentradíssimo e a realizar extraordinárias defesas, festejadas como se fossem golos pelo público afecto aos leões que se deslocou a Igualada e que foi incansável, merecendo o agradecimento do presidente no final.

O número de faltas escalou rapidamente, ainda na primeira parte, até um 6-8 prejudicial aos leões mas depois a dupla gaulesa alargou o critério e passaram-se largos minutos sem faltas. Ainda com a vantagem mínima no arranque da segunda parte, aos sete minutos, o Réus cometeu a sua nona falta, igualando as nove faltas do Sporting. Um momento determinante a partir do qual o livre directo poderia cair para qualquer lado. No entanto, nos 18 minutos de tempo regulamentar mais os 10 do prolongamento, os “reusences” não voltaram a fazer outra falta, defendendo longe dos atacantes e tentando a recuperação pela certa.

Ângelo Girão esteve a um nível altíssimo

Já o Sporting caiu na 10ª falta a menos de 12 minutos do final. Coy, que restabelecera a igualdade minuto e meio antes, não conseguiu voltar a bater Girão. Conseguiu-o Xavi Costa, com um desvio no stick de Daniel Oliveira a trair o guarda-redes da Selecção Nacional.

Faltavam jogar nove minutos e o Sporting tinha de assumir o jogo. Fê-lo por intermédio de João Pinto, a procurar a 10ª falta do adversário e a levar várias vezes a bola até às proximidades da baliza à guarda de Roger Molina. E o internacional angolano lograria mesmo o empate de forma fácil mas oportuna. Num remate de meia-distância – solução tentada várias vezes, em particular por Ricardo Figueira – sobre a esquerda de Daniel Oliveira, a bola foi à tabela de fundo e sobrou para o segundo poste. Com Molina fora do lance, João Pinto só teve de encostar para o 2-2 que resistiu até o apito final do prolongamento.

João Pinto, maestro no ataque, apontou o golo que levou o jogo para prolongamento

Nas grandes penalidades, a lotaria saiu ao Sporting. Daniel Oliveira e Nicolas Fernandez (que não alinhou no jogo corrido) pelos leões e Joan Salvar pelo Reus tinham marcado quando, no decisivo penalti, Marc Coy foi chamado a tentar igualar. Ângelo Girão defendeu e a festa leonina começou.

Com esta conquista, o Sporting junta-se aos rivais Porto e Benfica e ao adversário desta final, Reus, com dois triunfos na prova (tal como Noia e Amatori Vercelli). Liceo e Hockey Novara continuam a liderar o ranking com três.

A festa leonina

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