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Reus castiga inexperiência barcelense

Reus castiga inexperiência barcelense
O Reus foi a primeira equipa a garantir a presença na final da edição deste ano da Taça CERS. Garantiu primeiro o apuramento o Reus. Frente ao Barcelo...

O Reus foi a primeira equipa a garantir a presença na final da edição deste ano da Taça CERS.

Garantiu primeiro o apuramento o Reus. Frente ao Barcelos, os “reusences” adiantaram-se no marcador por intermédio de Matías Platero aos sete minutos e souberam jogar o resto da partida com a vantagem ganha.

Marc Coy bisou

O Barcelos esteve perto do empate pouco depois do golo inaugural mas nem Luís Querido conseguiu converter um livre directo, nem os barcelenses aproveitaram os dois minutos de superioridade numérica que se seguiram.

O Reus defendia bem e espreitava o contra-ataque e, a dois minutos do intervalo, Xavi Costa – reforço do Barcelona para a próxima época – elevou para 0-2. Pouco depois, com a ansiedade a crescer no conjunto de Paulo Freitas, o Barcelos chegou à 10ª das 30 faltas que veria assinaladas nos 50 minutos de jogo. Marc Coy não marcou mas Alejandro Domínguez via a sua equipa chegar tranquila ao descanso.

Luís Querido marcou o único tento do Barcelos

A segunda parte começou com mais uma soberana oportunidade para o Barcelos marcar. Mas desta feita foi Zé Pedro que não conseguiu transformar um livre directo. Na outra baliza, Xavi Rubio ampliava para 0-3, desferindo um golpe letal nas aspirações barcelenses, com Marc Coy a fazer o 0-4 menos de um minuto depois. Ainda faltavam mais de 17 minutos, tornados ainda mais longos por uma dupla de arbitragem sem qualidade que ora assinalava faltas inexistentes, ora ignorava as que efectivamente aconteciam e até se afastava das confusões entre jogadores à espera que se resolvessem por si.

Contestação num jogo com muitas faltas

O Barcelos ainda reduziu para 1-4, por Luís Querido, mas Marc Coy – na recarga a um livre directo – e Joan Salvat – de grande penalidade – fixaram o resultado final num pesado 1-6. Nos instantes finais da partida, com o Barcelos desesperado com a arbitragem, Ricardo Silva viu o vermelho directo no lance que valeria o castigo máximo que Salvat converteu. E, já depois do apito final, Luís Querido viu também o vermelho.

No final da partida, Paulo Freitas reconheceu que a sua equipa não esteve tão bem como habituou os adeptos e que o Reus foi superior e um justo vencedor, mas criticou a escolha da dupla de arbitragem para uma partida tão importante.

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