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Porto vence clássico e está na “final-four”

Porto vence clássico e está na “final-four”
“Clássico” do hóquei português a extrapolar, pelo contexto, fronteiras do [...]

“Clássico” do hóquei português a extrapolar, pelo contexto, fronteiras do território nacional.

O Dragão Caixa acolheu a segunda mão dos quartos-de-final da Liga Europeia, depois de há duas semanas Sport Lisboa e Benfica e Futebol Clube do Porto terem empatado a três bolas na Luz. Desta feita, foi à formação da Invicta que a bonança sorriu, conquistando uma vitória por 3-2 que viabilizou o acesso à “final-four” da principal prova de hóquei no “Velho Continente”.

Com Barcelona, Vic e Breganze já apurados e decerto particularmente atentos ao desfecho do desafio entre equipas “lusas”, nota para um primeiro tempo que foi disputado a um ritmo intenso e com boas ocasiões de parte a parte. Guillem Trabal e Edo Bosch foram os principais responsáveis pelo nulo que ao intervalo se registou. Embora com maior ascendente da formação azul-e-branca, também Edo Bosch foi obrigado a algumas importantes intervenções durante o primeiro tempo.

A segunda metade começou com novas soberanas oportunidades para abrir o ativo. Primeiro do lado benfiquista, com Diogo Rafael , isolado, a esbarrar em Edo Bosch. Depois pelo veterano Reinaldo Ventura, que não revelou a pontaria exigida na hora de atirar à baliza “encarnada”.

Só com 35 minutos de jogo decorridos surgiu o primeiro tento. Na sequência de uma rápida transição, Carlos Nicolía concluiu com sucesso e fez o marcador mexer pela primeira vez.

Volvidos cinco minutos, na conversão de um livre, Hélder Nunes foi capaz de almejar a rede à guarda de Trabal colocando o “Dragão Caixa” em polvorosa. A eficácia do jovem internacional português viria a ser novamente posta à prova passados alguns instantes. Tó Neves delegou em si a responsabilidade de marcar uma grande penalidade assinalada na sequência de uma falta de Tuco sobre Jorge Silva. Mais uma vez, Trabal não foi capaz de suster a “stickada” e o Porto colocou-se pela primeira vez em vantagem.

Carlos Nicolía não quis ficar atrás de Hélder Nunes e, depois de já ter marcado e atirado uma bola ao ferro que provocou um calafrio à bancada do Dragão Caixa, fez o segundo golo da conta pessoal. Após ter cobrado um primeiro penalty sem sucesso, a equipa de arbitragem mandou repetir por ter considerado que houve uma irregularidade por parte de Edo Bosch. À segunda, o argentino fez o empate a duas bolas.

Não obstante, deste duelo individual que revelaria o protagonista da tarde, foi Hélder Nunes quem saiu em glória. Confirmando a grande eficácia até aí exibida na cobrança dos lances de bola parada, foi novamente na conversão de um penalty que o Porto passou para a frente. A sensivelmente cinco minutos do fim, a equipa da casa “congelou” o marcador, geriu as ações e conquistou o triunfo na eliminatória pela margem mínima – 6-5.

O FC Porto será o representante português na “final-four” da Liga Europeia que se realizará no início do mês de Maio. Nas meias-finais, o dragão tem encontro marcado com os espanhóis do Vic.



Fonte: Modalidades

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