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RUI RIBEIRO E O JOGO COM O SPORTING: “A NOSSA EQUIPA TAMBÉM TEM AS SUAS ARMAS”

RUI RIBEIRO E O JOGO COM O SPORTING: “A NOSSA EQUIPA TAMBÉM TEM AS SUAS ARMAS”
 Foto: RHC BaselJoga-se este sábado a 1ª mão dos oitavos-de-final da Taça CERS, um dos jogos é a rececção dos suíços do RHC Basel ao Sporting CP....

 Foto: RHC Basel
Joga-se este sábado a 1ª mão dos oitavos-de-final da Taça CERS, um dos jogos é a rececção dos suíços do RHC Basel ao Sporting CP.
O Basel conta agora com o experiente Mariano Velasquez que vai juntar mais experiencia e mais qualidade a um plantel com muitos portugueses, um deles é Rui Ribeiro que em Agosto do ano passado deixou Paço D´Arcos para rumar ao hóquei suíço.
Para antever a partida, o BestHóquei falou com Rui Ribeiro que nos começou por nos dizer o que prevê para o encontro com os leões.
“Irá ser um jogo de grande dificuldade entre duas equipas com realidades bem diferentes. O Sporting tem jogadores de enorme valia mas a nossa equipa também tem as suas armas para contrariar o favoritismo do Sporting.”
Numa eliminatória decidida a duas mãos, vai ser no pavilhão do Livramento que tudo se irá decidir a 17 de Fevereiro, Rui Ribeiro acredita que isso não é probçema para o Basileia.
“O facto de a decisão ser em Lisboa não é algo que nos preocupa, temos jogadores experientes e habituados a este tipo de confrontos.”
Em época de estreia nas competições europeias, Rui Ribeiro afirma que o objectivo é tentar ir o mais longe possível na Taça CERS.
“O objectivo do Basel é ir o mais longe possível fazendo assim uma boa campanha europeia, visto que é a primeira vez que a equipa participa numa competição europeia.”
Nas provas caseiras o Basel está neste momento na 2ª posição do campeonato suíço, Rui Ribeiro fala no objectivo de conquistar o título suíço.
“No Campeonato Suíço o objectivo é ser campeão nos primeiros meses numa fase de adaptação a um novo nível de Hóquei, pode-se dizer que está a correr dentro do previsto sendo que a parte decisiva passa sempre na fase do play-off.”
Sobre como esta a correr a sua passagem pelas terras suíças, o português contou-nos que está a correr bem.
“Cheguei em Agosto a Basileia e só posso dar as melhores referências, é uma cidade e um país fantástico, em relação ao Hóquei ainda muito existe para melhorar e crescer. O Hóquei está em terceiro plano, porque na Suíça primeiro está o trabalho depois a família e só depois o Hóquei, é uma realidade completamente diferente do que passa em Portugal, Espanha ou mesmo em Itália.”

Fonte: Best Hóquei

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