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Vitória portista, do oito ao oitenta!

Vitória portista, do oito ao oitenta!
A perder por larga margem, o Porto soube dar a volta à Oliveirense. Esteve em vantagem, controlou o jogo... mas acabou por suar bastante para garantir uma vitória tangencial, frente a uma forte Oliveirense

Neste Sábado, o Dragão Caixa encheu, para um fantástico jogo de hóquei em patins, entre o Futebol Clube do Porto e a União Desportiva Oliveirense. 
A equipa que viajou desde Oliveira de Azeméis começou muito bem o encontro, dando continuidade ao resultado do último jogo, em que tinha derrotado o Candelária.

Sem que nada o fizesse prever, aos poucos, a Oliveirense conseguiu chegar a uma vantagem de 0-3. A recuperação portista fez-se à custa da união do grupo liderado por Tó Neves (no banco) e Ricardo Barreiros (na pista): em poucos minutos, os "dragões" anularam a desvantagem de três golos, dando novo ânimo à partida. 
Antes do intervalo, a Oliveirense ainda esteve em vantagem (3-4), mas por pouco tempo. O Futebol Clube do Porto continuou a impôr o ritmo de jogo, chegando ao intervalo a vencer por 6-5. 

Poucos instantes depois do início do segundo tempo, entrou em ação o jovem prodígio Hélder Nunes. Depois de duas assistências e um "quase golo" defendido in-extremis por Domingos Pinho no primeiro tempo, Hélder chegou finalmente ao golo, batendo Diogo Almeida e alargando a vantagem por 7-5. 
Quando Ricardo Barreiros completou o "hat-trick" e alargou a vantagem para 8-5, sentia-se no Dragão Caixa que o jogo estava decidido: o FC Porto imprima agora um ritmo lento, enquanto a União defendia em bloco, saíndo depois em rápidos contra-ataques. Depois de Gonçalo Alves marcar o seu terceiro golo na partida (8-6), Reinaldo bisou e colocou o marcador em 9-6. 

Com a União sempre a lutar, e sem nada a perder, chegaram mais dois golos, de André Azevedo (que por respeito ao antigo companheiro, Edo Bosch, não festejou...) e de Tó Silva.
O FC Porto chegava aos últimos minutos da partida a jogar sobre brasas, notoriamente nervoso, enquanto a Oliveirense mantinha a esperança.
Diogo Almeida entrou, neste contexto, em destaque: defendeu os livres diretos que castigavam a 10ª e a 15ª falta coletiva da Oliveirense, e manteve o jogo em aberto.
Já no último minuto do encontro, Nuno Resende abdicou do guardião, tentando o "tudo por tudo" para surpreender o FC Porto.

Uma palavra para a excelente arbitragem de Luís Peixoto e de João Paulo Romão: apesar da constante "pressão", os dois juízes souberam segurar bem o jogo.

Para os muitos adeptos portistas (e oliveirenses!) que encheram o Dragão Caixa, este foi um excelente jogo de hóquei em patins, entre duas equipas muito bem orientadas, e formadas por alguns dos melhores hoquistas da atualidade. A "mescla" de experiência e juventude, nas duas equipas, dá frutos, anima os espetadores e mostra que esta modalidade tem competitividade e um potencial enorme! 

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