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Inter-Regiões 2012: Vitória fácil para Lisboa

Inter-Regiões 2012: Vitória fácil para Lisboa
A AP Lisboa não teve grandes dificuldades em «cilindrar» a seleção dos Açores no 15º Jogo do Inter-Regiões Estoril 2012

15º Jogo – Inter-Regiões Estoril 2012

A.P. Lisboa 18 x 0 A.P. Açores

Pavilhão da Juventude Salesiana: 12h; 239 pessoas, 15 graus, poucas nuvens e bom tempo.


APL: 1 – João Lopes, 2 – Rafael Lourenço, 3 – Gonçalo Pinto, 4 – Gonçalo Nunes, 5 – Gonçalo Conceição ©, 6 - Ricardo Damásio, 7 – Henrique Pereira (sub-cap.), 8 – Pedro jordão, 9 – Diogo Neves e 10 – Rogério Silva
APL Treinador: Luís Moreira -Tikinho
APA: 1 – Rafael Falcão, 2 – Pedro Simas, 3 – Francisco Matias, 4 – Hugo Castro, 5 – Bruno Soares ©, 6 – Rafael Teves, 7 – Carlos Bicudo (sub-cap.), 8 – Diogo Rosa, 9 – Ricardo Luz e 10 – Artur Leito
APA Treinador: Carlos Guimarães

Árbitros: António Santos, Ricardo Leão e Júlio Teixeira


Num jogo para cumprir calendário, Lisboa entrou da única forma que o sabe fazer: rápida e a pressionar. Os lisboetas tiveram pela frente um adversário mais inexperiente mas a jogar o jogo pelo jogo, sem grandes cautelas defensivas e sem medo. Num jogo aberto, Ricardo Damásio fez o 1-0, Pedro Jordão o 2-0, Diogo Neves o 3-0, Rafael Lourenço o 4-0 e Diogo Neves o 5-0. Cinco golos que em 7m simbolizavam a fragilidade da equipa açoriana, que esporádica e timidamente chegava à baliza lisboeta, sem grande perigo.

Diogo Neves fez o 6-0 e vincou ainda mais a diferença entre as equipas. Isto é a definição perfeita de “jogo de sentido único”, com Henrique Pereira a fazer o 7-0, 8-0 e o 9-0 face a uma total impotência adversária para estancar o fluxo atacante dos lisboetas.

Gonçalo Conceição, ao seu estilo, quando entrou imprimiu ritmo e também fez o gostinho ao stick depois de já ter dado a marcar, fez o 10-0. A dezena de golos separava as equipas quando se chegou ao intervalo.
No reinício, Henrique Pereira fez o 11-0 e Diogo Neves o 12-0, verificando-se que a associação lisboeta não vinha para controlar a 2ª parte. A A.P. Lisboa mostrou que a melhor maneira de dignificar o adversário é tratá-lo de igual para igual como as outras equipas, até porque, no final, os golos podem fazer a diferença.

O 13-0 foi obtido por Gonçalo Nunes que quebrou o jejum de alguns minutos sem marcar.

Uma penalidade contra Lisboa não convertida por Ricardo Luz podia ter dado o golo de honra aos Açores.

14-0 foi marcado por Pedro Jordão, um tiro do meio da rua que não deu hipóteses ao guarda-redes adversário. Rafael Lourenço fez o 15-0 e o 16-0, completando um hat trick. O 17-0 marcado por Gonçalo Nunes e o 18-0 por Ricardo Damásio fixaram o que viria a ser o resultado final.

A 10ª falta dos lisboetas deu a segunda oportunidade aos açorianos para marcar mas Hugo Castro desperdiçou.

A equipa dos Açores com grande humildade dignificou a sua presença neste Torneio, mostrando às seleções ausentes, Madeira e Algarve, que só se competindo é que se pode evoluir. Lisboa foi igual a si mesma, trabalhou e marcou, jogando sempre num bom ritmo.

Destaque para um momento único vivido neste pavilhão: A saudação final dos jogadores foi feita com as duas equipas abraçadas no meio do ringue. Mostraram que o desporto é muito mais de que uma disputa de um lugar ao sol, é feito com amizade e solidariedade. Todos os presentes neste pavilhão aplaudiram com grande entusiasmo.

O melhor da A.P. Lisboa: Diogo Neves. Marcou 4 golos, jogou e fez jogar, é uma delícia vê-lo jogar descontraído.
O melhor da A.P. Açores: Rafael Falcão que apesar de ter sofrido tantos golos acabou por conseguir evitar outros tantos.

A equipa de arbitragem esteve bem, num jogo fácil de arbitrar em que as equipas ajudaram a simplificar o trabalho da arbitragem. Temos dúvidas numa penalidade. Nota 19.

Texto: AP Lisboa

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