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Inter-Regiões 2012 - Setubal vence Açores

Inter-Regiões 2012 - Setubal vence Açores
A AP Açores continua a somar derrotas nesta competição devido ao grande desnível competitivo. A AP Setubal venceu sem grandes dificuldades a seleção dos Açores.

8ª Jogo - Inter-Regiões Estoril 2012
A.P. Açores 1 - A.P. Setúbal 8

Pavilhão da Juventude Salesiana: 13h; 106 pessoas, 15 graus, céu muito cinzento

APA: 1 – Rafael Falcão, 2 – Pedro Simas, 3 – Francisco Matias, 4 – Hugo Castro, 5 – Bruno Soares ©, 6 – Rafael Teves, 7 – Carlos Bicudo (sub-cap.), 8 – Diogo Rosa, 9 – ricardo Luz e 10 – Artur Leito
APA Treinador: Carlos Guimarães
APS: 1 - Igor Afonso,2 - Iago Torres, 3 - Filipe Nabais,4 - Mário Canas,5 - José Bernardo, 6 – João Soares, 7 – Bruno Bernardo, 8 – Tiago Saraiva ©, 9 – João Rosa (sub-cap) e 10 – Rúben Cruz
APS Treinador: Hilário Tomás

Árbitros: Ricardo Leão, Jorge Carmona e António Santos

Os Açores entraram um pouco fragilizados pela viagem e pelos dois jogos em menos de 12 horas. Embora tenham conseguido alguma réplica, foi o Setúbal que inaugurou o marcador, primeiro por José Bernardo que fez o 0-1, e logo na jogada seguinte Iago Torres fez o 0-2. Este resultado traduzia a superioridade setubalense.

Setúbal conseguiu durante quase toda a primeira parte ter um maior domínio de jogo, mas esse domínio não foi traduzido para o marcador. A razão era que à frente da baliza falhavam-se muitas oportunidades. Tem de ser dado mérito aos açorianos que humildemente deram uma boa réplica, batendo-se sempre de igual para igual, apesar de não terem as mesmas “armas”.
Bruno Bernardo fez o 0-3 e o 0-4 a 3m do final da primeira parte, penalizando em demasia os açorianos que se vinham batendo bem defensivamente, pagando um pouco pela sua inexperiência. O resultado ao intervalo era de 0-4.

Na segunda metade, o Setúbal fez o 0-5 através de Mário Cana premiando o jogo mais ofensivo. Logo após este golo, Ricardo Luz reduziu para 1-5, de grande penalidade, um golo de honra muito festejado pela equipa dos Açores e um prémio bem merecido.

Mário Cana, novamente, fez o 1-6 de penalidade a castigar falta dentro da área açoriana. Ainda a acabar João Rosa fez o 1-7, e mesmo sobre o apito final Iago Torres pôde bisar e fazer o 1-8, fechando o marcador e o suplício dos ilhéus.

Um jogo de fraco nível técnico onde ambas as equipas são culpadas, já no final da partida a equipa dos Açores teve que recorrer às faltas para travar o maior ímpeto setubalense. O resultado ajusta-se.
A equipa dos Açores é talvez a equipa com menos capacidade deste torneio, mas, pelo menos é disciplinada, trabalhadora, humilde e correta, o que faz deles uma referência de comportamento face a todas as outras. Setúbal que nos pareceu uma equipa aguerrida é, comparativamente, ao ano passado, uma equipa mais forte, hoje fez a sua obrigação e ganhou.

O melhor da A.P. Açores: Ricardo Luz foi quem mais lutou contra a superioridade do adversário e nunca virou a cara à luta.
O melhor da A.P. Setúbal: Bruno Bernardo foi a “gazua” que os setubalenses precisavam para sair do marasmo da deficiente concretização.

A arbitragem de uma forma geral esteve bem, eventualmente demasiado dialogante com os dois bancos, nota 16.

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