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Federação quer sugestões...

Federação quer sugestões...
Criticar é fácil, fazer melhor é mais difícil. O vice-presidente da Federação de Patinagem de Portugal, Paulo Rodrigues, diz que a Federação de Patinagem de Portugal está aberta a sugestões

O que está mal no hóquei em patins nacional? Muitas coisas.

Que ideias existem para tentar melhorar o nível competitivo, a divulgação e a mediatização da modalidade?

Após a final do Campeonato Nacional de Juniores, o vice-presidente da Federação de Patinagem de Portugal para o Hóquei em Patins, Paulo Rodrigues, deixou o apelo: "O balanço que faço é positivo. Tivemos bons jogos, pois estavam a competir as melhores quatro equipas dos iniciados e dos juniores, perante um pavilhão cheio. Esperamos que Barcelos tenha sucesso no próximo fim-de-semana. Ao contrário do que as ‘más’ línguas dizem, o Hóquei em Patins não está a morrer. Voltámos a ter mais gente nos pavilhões, esperamos que o próximo ano seja de maior afirmação ao vivo, com a presença de jovens. Estamos disponíveis para ouvirmos sugestões de todos os agentes"

O Mundo do Hóquei junta-se à Federação de Patinagem de Portugal, com o objectivo de que todos se mobilizem e apresentem propostas junto dos seus clubes e associações de patinagem, para que algumas ideias possam chegar à Federação.

Comentários

  • Sergio Morais: Isto é bater no ceguinho...depois os Senhores vão dizer o habitual..."não estão satisfeitos??foram vocês que nos elegeram!!!!!!""" coisas deste género...Espero estar enganado!!!!1

  • Américo Rosário: Que baixem os preços de inscrições das equipas seniores, e um dos principais factores para não haver mais equipas nos escalões da 3º divisão por exemplo, e existirem varias equipas da segunda e talvez ate da primeira com vários problemas financeiros(tudo bem ,não e só por causa de pagarem as inscrições mas só o dinheiro que eles mandam para a federação por causa de inscrever jogadores e de transferências, ajuda muito na verba da época), que ate pensam em acabar com o escalão sénior

  • Filipe Bernardo: Concordo em que os preços das incrições deveriam ser reduzidos!seria tambem de bom senso repensarem no dinheiro que cobram pela organização dos jogos em casa!E que por valores a rondar os 500 euros por cada um de pelo menos 15 jogos durante uma epoca,relativamente a seniores,constitui igualmente um grande entrave ao desenvolvimento dos clubes,pelo menos os amadores que ja por si lutam para ultrapassarem a crise instalada e falta de apoios e que sobrevivem muitas das vezes quase so por uma vontade muito grande das pessoas afectas,o que,e como tem sido neste site noticiado,em alguns casos mesmo inconsequente levando a extinção do escalão senior...

  • xaral: Pois caro Paulo Rodrigues aproveito a entrevista ao treinador adjunto do porto onde ele fala num dos problemas deste nosso desporto... Estar fechado às Universidades, não apostar em novos ensinamentos, e estarmos dependentes neste campo de informação vinda de Espanha. PAra um país com tanta tradição no hóquei deveríamos estar noutra situação http://www.ojogo.pt/27-179/artigo934079.asp

  • Francisco Almeida: Sim, concordo com todas as vossas opiniões e deixo aqui mais uma: Porque não voltar ao sistema de play-off? Nas outras modalidades como o basquetebol e o futsal este modelo é usado e ve-se pavilhões cheios. Pode não ser o mais justo mas é o mais emotivo e espetacular.

  • Rui Carvalho: O processo é simples. 1. Invertemos a tabela das transferências de forma a promover os jovens atletas, menores de 30 pagam um valor simbólico de transferência e jogadores acima dos 30 paga o tal ordenado minimo. 2. A crise sente-se em todo lado, e os clubes não são excepção, reduza-se em 30% o valor das taxas de organização. 3. Os clubes deveriam ser recompensados pela formação dos atletas, as transferências de atletas de formação deveriam ser repartidas entre clube formador e Associação/federação, opara proteger os clubes formadores aumentem as taxas de tranferências. Os clubes pagariam mais, mas os clubes formadores passaraiam a ser recompensados. NOTA: Não basta falar aqui é preciso agir, é preciso ir às assembleias das associações e exigir na Assembleia da Federação.

  • António Carlos Sequeira: É bom vermos a FPP preocupada com a modalidade. Seria bom sentirmos isso na "pele". Concordo na totalidade com as várias propostas que se apresentam (há mesmo noção quanto custa uma época de uma equipa Sénior de 3ª divisão que não tenha nenhum compromisso financeiro com os atletas e com treinadores a receberem mensalidades - não ordenados - quase metade do ordenado mínimo? 14.000€, 15.000€ - agora juntem os clubes com compromissos financeiros junto dos atletas - aqueles que depois cumprem - e temos a razão do que se assiste). Mas preocupa-me mais que, para sobrevivermos, ou temos grandes clubes e grandes orçamentos financeiros ou então não temos clubes, pois o que assistimos hoje é à cada vez maior desistência de jogadores mais jovens da nossa modalidade por falta de opções (entenda-se clubes de "estatura" média). Já não falando na principal questão da formação e do custo das inscrições dos treinadores (porque não a ideia do Rui Carvalho também na tabela dos treinadores invertendo os valores - ganhávamos de certeza na qualidade - não menosprezando nenhum colega - o obrigava a uma maior evolução e investimento na formação do próprio treinador), olhamos para as camadas jovens da competição (Juvenis e Juniores), além de cada vez haver menos jogadores e equipas, vemos quanto custam simples transf. de jogadores. Mantendo a ideia do Rui Carvalho - reduzir 30% nas taxas - porque não, cobrar só inscrição nos atletas de 2º e 3º ano nos Juniores (estes últimos quase sempre mais ligados aos Seniores), permitindo assim uma maior hipótese de diversificação clubística e ao mesmo tempo, é muito importante a volta à questão dos valores percentuais das taxas para os clubes de formação (a maneira mais fácil de compensar quem "trabalha" com qualidade e não com quantidade) e ao mesmo tempo permitir assim uma maior fixação de atletas nas equipas. Já agora, porque não olhar para os valores das taxas de inscrição e/ou transferência “versus” atletas /equipas de formação (bambis, benjamins e escolares)? È bom vermos a FPP preocupada com a modalidade e seria ainda melhor vermos a FPP actuar na evolução da modalidade. As regras do jogo já mudaram (melhor ou pior? O tempo o dirá, mas parece-me que favoravelmente, necessitando de alguns pequenos ajustes). Está na hora de mexermos no centro da modalidade, como diz o Rui – “a crise sente-se em todo o lado e os clubes não são excepção”…e sem atletas e/ou clubes? Força FPP.

  • Nelson Alves: É deste tipo de comentários que precisamos, muito obrigado pela colaboração... :)

  • sepol: Na minha opinião, existem varias situações a melhorar para uma evolução da modalidade, que passo a numerá-las: 1. Melhores treinadores na formação, em que existisse apenas a vontade de formar em detrimento do resultado (verifico muita falta de capacidade para conduzirem atletas ainda muito jovens, não vejo capacidade pedagógica). 2. Capacidade de planeamento estrutural nos clubes e uma identidade de jogo em todos os escalões. 3. O amadorismo ou mesmo a carolice nos clubes tem que ser substituída pelo profissionalismo e capacidade organizativa. 4. Nos torneios de apuramento para o campeonato nacional (realizado pelas associações) o sorteio deveria ter cabeças de série (no mínimo 4), para distribuir os mesmos pelas diferentes séries, só assim se garantiria que na segunda fase estariam em teoria as melhores equipas, e não se verificava a possibilidade de numa série ficarem quatro equipas (fortes onde apenas três são apuradas) e na outra série vamos assistir a um apuramento de equipas bem inferiores. 5. Estabelecer uma evolução crescente nos diferentes escalões no que diz respeito ao tempo de jogo, pois actualmente, os benjamins e os escolares jogam 32 minutos e os iniciados apenas 30, tendo pelo meio os infantis que também jogam os mesmos 30 minutos. 6. Também acho necessário que o custo das inscrições dos atletas (equipas) para participarem nas provas diminua, o valor que os clubes estão a pagar é um exagero, dada a pouca intervenção que as associações têm na organização das mesmas competições (efectuar o sorteio, escalonar os árbitros, está a ficar muito caro). 7. Ou se cria uma outra competição para jogadores mais velhos, ou se limita a idade nos seniores como nos escalões de formação, caso contrario os jovens que saem dos juniores não têm espaço para prosseguir na modalidade, pois os lugares estão tapados pelos “dinossauros” do hóquei.

  • sepol: António Lopes

  • sepol: Já existem grupos em todos os escalões na APP. Ainda não fecharam os clubes para ferias, mas já existem os grupos escalonados para a próxima época, e uma coisa digo já sem mais analise, – vi os representantes dos clubes preocupados com as horas dos jogos, mas não vi ninguém preocupado com a falta de continuidade na competição por causa do “superior interesse em casar as equipas” esta preocupação deu que existem equipas que vão estar sem competir 3 SEMANAS. Não pediram no sait mundo OK opiniões para melhorar a modalidade, aqui fica um bom exemplo do mal que estão a fazer à mesma, acabem rápido com os “casamentos” dos escalões e façam um sorteio apenas com duas condições: 1º Clubes que tenham duas equipas no mesmo escalão, essas têm que ficar em séries diferentes. 2º Atribuam 4 cabeças de série em relação à época anterior e sorteiem de forma que fiquem dois em cada série. António Lopes

  • Nelson Alves: Sr. Lopes, pode enviar-nos essa divisão dos clubes por séries / escalões por e-mail, para podermos divulgar?

  • Carlos Manuel Santana Rodrigues: A actual crise financeira já chegou ao Hóquei em Patins. Um pouco por todo o lado aumentam os sinais desta mera constatação. A quebra de receitas ordinárias, da publicidade, dos patrocínios, das assistências, os apoios do poder autárquico aliado aos elevados custo pagos para as inscrições de equipas e jogadores e respectivas transferências, pagamentos das taxas de arbitragem, organização de jogos e ao policiamento, e os custos dos materiais” equipamentos para a prática da modalidade”, leva a que cada vez mais equipas abandonem a prática da modalidade por se tornar incomportável. É nesta altura de crise profunda que os clubes devem meditar sobre os erros cometidos ao longo dos vários anos onde a modalidade com mais títulos a nível mundial e europeu, se deixou ultrapassar por outras modalidades que souberam a tempo e horas alterar a sua maneira de actuar sobre os potenciais clientes “ futuros praticantes ”e propor alterações de modo a chamar mais gente a modalidade. É hora de actuar em prol da Modalidade! Proposta -Redução de Taxas. ( bonificar os clubes que tenham o maior número de escalões em competição). -Rever taxas de organização de jogos. -Rever taxas de arbitragem. -Rever taxas de transferências . -Rever pagamento policiamento. -Participação das equipas Seniores , terem obrigatoriamente escalões de formação. -Apresentação de um Plano Nacional de Fomento da Patinagem -Apresentação por parte das Associações um Plano Anual para o desenvolvimento da modalidade. -Organização de Torneios Inter-Regiões em todos os Escalões” Infantis, Iniciados, Juvenis e Juniores , Sub. 23”. -Organização Campeonato Nacional de Sub.23 -Alteração dos Campeonatos Nacionais Seniores segundo proposta anexa QUADRO COMPETITIVO MASCULINOS A1 Divisão Principal 16 Equipas Tipo de Prova – Campeonato regular entre as 16 equipas 4 últimos classificados descem A2 32 Equipas (Divididas por 3 Séries 12 a 14 cada uma) a) permite (28 jogos) b) sobem A1 1º classificados de cada série + o 1ºclassificado do apuramento entre os 2ºclassificados.” Através de poule” c) Coloca o 12º e o 11º na A3 de cada série A3 3 séries de 12 a 14 equipas cada uma a) Os dois primeiros passam para a A2

  • Diogo Rodrigues: nao podia estar mais de acordo com o comentario do rui carvalho, e pena que as sugestoes sejam pedidas apenas por descargo de consciencia, ja que no fim nao sao levadas em conta.

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