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Deixou o hóquei em patins no início da época

Figueira matou o bicho

Figueira matou o bicho
Um dos (muitos) espectadores que assistiram ao jogo do passado Sábado, entre a Oliveirense e o Igualada, foi o ex-internacional Ricardo Figueira

O Pavilhão Dr. Salvador Machado encheu, no passado Sábado, para o jogo entre a Oliveirense e o Igualada (4-1). Para além dos inúmeros adeptos da União Desportiva Oliveirense e / ou de um bom espectáculo de hóquei em patins, havia nas bancadas um ex-jogador, muito atento a esta partida: tratava-se de Ricardo Figueira, ex-jogador internacional de hóquei em patins, agora médico em Vila Real.

Depois de ter “pendurado os patins” no final da temporada passada, Ricardo Figueira sente muitas saudades de praticar esta modalidade. Após o jogo, confidenciou-nos que “fiquei muito agradado com este ambiente, o apoio do público foi fundamental para que a Oliveirense conseguisse esta vitória”, disse. Para o ex-internacional, “a equipa está muito coesa, tem vindo a demonstrar isso ao longo da época. É uma equipa unida, lutadora e com o espírito da União. Gostei muito de ver!”

Deixou o hóquei em patins por motivos profissionais, mas não deixou de acompanhar a modalidade: “o bichinho continuou e vai ficar sempre. Custa mais estar do lado de fora, quando estamos no rinque estamos mais concentrados, não custa tanto. Mas a vida é assim, não há nada a fazer”.

O Pavilhão Dr. Salvador Machado traz boas lembranças a Ricardo Figueira, que se sagrou Campeão Mundial em Oliveira de Azeméis, em 2003. Figueira não sabe se foi esse o ponto alto da sua carreira, mas diz que “foi um mundial único, talvez o melhor de sempre… não sei se houve ou vão haver mais mundiais assim, com aquele ambiente espectacular… a equipa sente o apoio do público!”, garante.
“Não fiz ainda um balanço da minha carreira desportiva, creio que fazemos balanços ano a ano. O título mundial foi importante, tal como os oito títulos ao serviço do Futebol Clube do Porto. Acho que ficou o amargo de boca de nunca termos conquistado a Liga dos Campeões, mas não vale a pena estar sempre a pensar nisso”, concluiu.

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