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Campeonato Nacional de Seniores Femininos: Zona Sul

Portimão em destaque

Portimão em destaque
Esta semana, damos destaque ao renascido Hóquei Clube de Portimão

Depois de, no início da temporada passada, terem anunciado, a pouco tempo do arranque do campeonato, a desistência da prova, este ano a equipa algarvia avançou mesmo para os rinques. Na semana passada somaram o primeiro ponto da época, ao empatarem (3-3), em Tomar.
Ainda sem “casa própria”, as miúdas do Hóquei Clube de Portimão vão jogar, nos próximos tempos, em Boliqueime, nos jogos em que actuarem na condição de anfitriãs.
A equipa portimonense é composta por um plantel curto, com apenas três jogadoras da formação “original”: Sofia Francisco, Carla Sofia Silva e Ana Catarina Martins. A maior parte do plantel é constituída por jogadoras oriundas do extinto Roller Lagos, de onde se destaca Celina Freitas, que no final da temporada passada teve ainda uma passagem pelo Claret Sevilha, da OK Liga Feminina de Espanha, tal como a guarda-redes Elisabete Almeida (“Betinha”).
Maria Freitas (“Bebas”) e Joana Reis completam o plantel às ordens de António Silva, com a colaboração de Vítor Marques.


Próximo adversário: Alverca
No próximo fim-de-semana, o Hóquei Clube de Portimão jogará em Boliqueime, como anfitrião da equipa do FC Alverca.
Para Ana Catarina Martins, uma das jogadoras da formação “original” do Portimão que ainda representa o clube, “vai ser um jogo difícil! A equipa do Alverca supreendeu-nos muito este fim-de-semana, ao ter derrotado o nosso vizinho, o Boliqueime. É preciso ter em conta que o Boliqueime também não apresenta a boa forma que demonstrou em campeonatos anteriores, mas cada jogo é um jogo, não nos podemos deixar levar”, diz, ao mesmo tempo que avança esperançada: “Há sempre surpresas, sejam boas ou más e é verdade que essa vitória do Alverca mexeu um pouco connosco, penso que ninguém estava à espera. Assustar não é propriamente a palavra certa, mas como disse antes, cada jogo é um jogo e estamos confiantes, vamos dar o nosso melhor, aliás, como tentamos sempre”.
O facto de ainda não poderem jogar na sua cidade natal não é visto como uma desvantagem muito grande pela jovem hoquista portimonense, que afirma: “De facto, jogarmos em casa, ou pelo menos perto dela, também é um aliado a nosso favor, visto que assim não nos cansamos com mais uma longa viagem. Mas o importante é prepararmo-nos fisicamente e mentalizarmo-nos que estamos perante uma equipa difícil e que se lutarmos por isso, com toda a força, podemos obter um bom resultado.”

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