Campeonato Nacional da Primeira Divisão
No Dragão, como em Fânzeres…

Na estreia oficial do hóquei em patins no Dragão Caixa, houve muita emoção, mas no fim, não houve surpresa: apesar de ter começado o jogo a perder, o FC Porto somou a primeira vitória no campeonato, frente ao Candelária!
Começou a todo o gás, o primeiro jogo oficial de hóquei em patins no Dragão Caixa!
Tal como no ano passado, em Fânzeres, o Candelária foi a primeira equipa a marcar: Maxi Oliva fez, ao concluir um contra-ataque, o 0-1, ao minuto cinco.
Antes, o Candelária já tinha avisado Edo, com uma bola ao poste.
Os portistas não acusaram em demasia o golo: Paulo Matos foi posto à prova, tendo impedido por várias ocasiões o golo do empate.
Mas tantas vezes foi o Porto à baliza… que os golos acabaram por chegar.
Em apenas 1’30”, os azuis-e-brancos deram a cambalhota no marcador.
Primeiro, foi André Azevedo, que concluiu com sucesso uma jogada de contra-ataque, de 3 para 2, iniciada após um roubo de bola no meio-rinque (1-1, aos 16’);
O FC Porto chegou à vantagem, graças a um remate forte de Pedro Gil, ao primeiro poste, que surpreendeu Paulo Matos (2-1, aos 18’).
Foi com jogadas de contra-ataque e várias defesas, quer de Edo Bosch, quer de Paulo Matos, que a primeira parte chegou ao fim: um bom prenúncio para a segunda parte desta partida!
Reinaldo Ventura tratou, logo aos trinta segundos do segundo tempo, de dar à partida menos emoção: fez o 3-1, dando ao Porto, pela primeira vez, uma vantagem de dois golos.
Essa vantagem, contudo, durou pouco tempo, já que Sérgio Silva reduziu aos 28’, com uma bomba de meia-distância, que surpreendeu toda a defensiva portista e Edo Bosch!
Aos 32’, o mesmo Sérgio Silva voltou a rematar forte, enviando a bola ao poste!
Aos 36’, a pressão defensiva dos picarotos sortiu efeito: o FC Porto estava a atacar, mas como não havia espaço para rematar, foi assinalado “jogo passivo”.
No minuto seguinte, já com o Porto de novo no ataque, Pedro Moreira caiu com Tiago Resende na área, tendo os portistas reclamado uma grande penalidade. Os árbitros não entenderam o mesmo, e Pedro Moreira viu um cartão azul, por protestos, obrigando o FC Porto a jogar com menos um elemento durante dois minutos.
Apesar desta desvantagem numérica, os octa-campeões nacionais não baixaram os braços: depois de Reinaldo Ventura rematar ao poste (após roubo de bola no meio-rinque!), Pedro Gil (4-2, aos 38’) e André Azevedo (5-2, aos 39’) conseguiram alargar a vantagem, com jogadas individuais!
Após o fim do tempo de “power-play”, o FC Porto voltava a pressionar, obrigando Paulo Matos a mais um par de boas defesas.
A 10’18” do apito final, foi assinalada a décima falta colectiva ao Candelária.
Na cobrança do livre directo, Emanuel García não conseguiu contornar a “mancha” de Paulo Matos.
A 6’02” do fim, foi a vez de o Futebol Clube do Porto cometer a décima falta. Maxi Oliva foi chamado a converter, mas rematou ao lado e, na recarga, não conseguiu driblar Edo.
Á entrada nos cinco minutos finais, Filipe Santos viu um cartão azul, por protestos.
A desvantagem por “power-play” não durou muito, já que, logo após o reinício da partida, Mauro Fernández fez, com um remate forte, o terceiro para o Candelária.
O FC Porto acabou a partida a gerir uma vantagem justa, somando os primeiros três pontos do campeonato.

Rápido! Muito Rápido!
Talvez reflexo das novas regras, a partida foi jogada a grande velocidade, praticamente sem paragens.
O final da primeira parte chegou às 21:36h!
O segundo tempo teve mais paragens, sobretudo para limpar a área defensiva dos picarotos. Mesmo assim, os 25 minutos de tempo útil foram distribuídos por 44 minutos.
Às 22:29h, chegava ao fim esta primeira (grande!) partida de hóquei em patins!
Homenagem
No intervalo da partida, foram homenageados os hoquistas juvenis do Futebol Clube do Porto, que se sagraram recentemente campeões europeus de Sub-17, em Dinan na França: Telmo Pinto, Pedro Costa e João Guimarães;
Sexta-Feira à noite…
A partir de agora, há contagem oficial de espectadores no Dragão Caixa. O primeiro jogo oficial de hóquei em patins neste novo recinto foi visto, ao vivo, por 789 espectadores!
Cerca de uma centena, fazia parte da sempre muito activa claque portista.
As equipas alinharam e marcaram:
FC Porto (5):
Edo Bosch; Filipe Santos, Pedro Moreira, Pedro Gil (2), Reinaldo Ventura (1) – cinco inicial; Jogaram ainda: Emanuel García, André Azevedo (2), Jorge Silva;
Treinador: Franklim Pais;
Candelária SC (3):
Paulo Matos; Sérgio Silva (1), Tiago Resende, Mauro Fernandez (1), Maxi Oliva (1) – cinco inicial; Jogaram ainda: Rui Ribeiro;
Treinador: Ricardo Santos;
Árbitros: Joaquim Pinto e Porfírio Fernandos (ambos CRAHP Porto); 3º árbitro: Teófilo Ramalho;
Cartões Azuis: Pedro Moreira, Filipe Santos;
Faltas Colectivas: FC Porto 11 (5+6); Candelária SC 11 (6+5);
Tal como no ano passado, em Fânzeres, o Candelária foi a primeira equipa a marcar: Maxi Oliva fez, ao concluir um contra-ataque, o 0-1, ao minuto cinco.
Antes, o Candelária já tinha avisado Edo, com uma bola ao poste.
Os portistas não acusaram em demasia o golo: Paulo Matos foi posto à prova, tendo impedido por várias ocasiões o golo do empate.
Mas tantas vezes foi o Porto à baliza… que os golos acabaram por chegar.
Em apenas 1’30”, os azuis-e-brancos deram a cambalhota no marcador.
Primeiro, foi André Azevedo, que concluiu com sucesso uma jogada de contra-ataque, de 3 para 2, iniciada após um roubo de bola no meio-rinque (1-1, aos 16’);
O FC Porto chegou à vantagem, graças a um remate forte de Pedro Gil, ao primeiro poste, que surpreendeu Paulo Matos (2-1, aos 18’).
Foi com jogadas de contra-ataque e várias defesas, quer de Edo Bosch, quer de Paulo Matos, que a primeira parte chegou ao fim: um bom prenúncio para a segunda parte desta partida!
Reinaldo Ventura tratou, logo aos trinta segundos do segundo tempo, de dar à partida menos emoção: fez o 3-1, dando ao Porto, pela primeira vez, uma vantagem de dois golos.
Essa vantagem, contudo, durou pouco tempo, já que Sérgio Silva reduziu aos 28’, com uma bomba de meia-distância, que surpreendeu toda a defensiva portista e Edo Bosch!
Aos 32’, o mesmo Sérgio Silva voltou a rematar forte, enviando a bola ao poste!
Aos 36’, a pressão defensiva dos picarotos sortiu efeito: o FC Porto estava a atacar, mas como não havia espaço para rematar, foi assinalado “jogo passivo”.
No minuto seguinte, já com o Porto de novo no ataque, Pedro Moreira caiu com Tiago Resende na área, tendo os portistas reclamado uma grande penalidade. Os árbitros não entenderam o mesmo, e Pedro Moreira viu um cartão azul, por protestos, obrigando o FC Porto a jogar com menos um elemento durante dois minutos.
Apesar desta desvantagem numérica, os octa-campeões nacionais não baixaram os braços: depois de Reinaldo Ventura rematar ao poste (após roubo de bola no meio-rinque!), Pedro Gil (4-2, aos 38’) e André Azevedo (5-2, aos 39’) conseguiram alargar a vantagem, com jogadas individuais!
Após o fim do tempo de “power-play”, o FC Porto voltava a pressionar, obrigando Paulo Matos a mais um par de boas defesas.
A 10’18” do apito final, foi assinalada a décima falta colectiva ao Candelária.
Na cobrança do livre directo, Emanuel García não conseguiu contornar a “mancha” de Paulo Matos.
A 6’02” do fim, foi a vez de o Futebol Clube do Porto cometer a décima falta. Maxi Oliva foi chamado a converter, mas rematou ao lado e, na recarga, não conseguiu driblar Edo.
Á entrada nos cinco minutos finais, Filipe Santos viu um cartão azul, por protestos.
A desvantagem por “power-play” não durou muito, já que, logo após o reinício da partida, Mauro Fernández fez, com um remate forte, o terceiro para o Candelária.
O FC Porto acabou a partida a gerir uma vantagem justa, somando os primeiros três pontos do campeonato.

Rápido! Muito Rápido!
Talvez reflexo das novas regras, a partida foi jogada a grande velocidade, praticamente sem paragens.
O final da primeira parte chegou às 21:36h!
O segundo tempo teve mais paragens, sobretudo para limpar a área defensiva dos picarotos. Mesmo assim, os 25 minutos de tempo útil foram distribuídos por 44 minutos.
Às 22:29h, chegava ao fim esta primeira (grande!) partida de hóquei em patins!
Homenagem
No intervalo da partida, foram homenageados os hoquistas juvenis do Futebol Clube do Porto, que se sagraram recentemente campeões europeus de Sub-17, em Dinan na França: Telmo Pinto, Pedro Costa e João Guimarães;
Sexta-Feira à noite…
A partir de agora, há contagem oficial de espectadores no Dragão Caixa. O primeiro jogo oficial de hóquei em patins neste novo recinto foi visto, ao vivo, por 789 espectadores!
Cerca de uma centena, fazia parte da sempre muito activa claque portista.
As equipas alinharam e marcaram:
FC Porto (5):
Edo Bosch; Filipe Santos, Pedro Moreira, Pedro Gil (2), Reinaldo Ventura (1) – cinco inicial; Jogaram ainda: Emanuel García, André Azevedo (2), Jorge Silva;
Treinador: Franklim Pais;
Candelária SC (3):
Paulo Matos; Sérgio Silva (1), Tiago Resende, Mauro Fernandez (1), Maxi Oliva (1) – cinco inicial; Jogaram ainda: Rui Ribeiro;
Treinador: Ricardo Santos;
Árbitros: Joaquim Pinto e Porfírio Fernandos (ambos CRAHP Porto); 3º árbitro: Teófilo Ramalho;
Cartões Azuis: Pedro Moreira, Filipe Santos;
Faltas Colectivas: FC Porto 11 (5+6); Candelária SC 11 (6+5);