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Oliveirense estreia-se na decisão

Oliveirense estreia-se na decisão
A Oliveirense venceu os italianos do Forte dei Marmi por 3-2 e junta-se ao Benfica na decisiva partida da Liga Europeia. Oliveirense e Forte dei Marmi...

A Oliveirense venceu os italianos do Forte dei Marmi por 3-2 e junta-se ao Benfica na decisiva partida da Liga Europeia.

Oliveirense e Forte dei Marmi entraram em rinque já a saber que o vencedor teria pela frente o anfitrião da fase decisiva da prova. E também que quem se apurasse, se estreava numa grande final.

Entrou melhor a Oliveirense, com mais posse de bola. Mas as cautelas de parte a parte, talvez por força da solenidade do momento, resultavam em poucas oportunidades de golo, poucas tormentas para Puigbi e Stagi.

Puigbi foi preponderante na defesa do último reduto oliveirense

Aos 11 minutos, a Oliveirense ganhou a primeira grande penalidade da partida. Avançou Ricardo Barreiros, e não falhou. E esta foi a regra que valeu o apuramento para a final.

Pedro Gil, incansável a ir buscar jogo e a levar a sua equipa para a frente, restabeleceu a igualdade de livre directo, mas a regra desequilibrou o resultado. Nova grande penalidade, novo golo de Barreiros, ainda que conseguido na recarga.

Antes do intervalo, Pedro Gil desperdiçou um livre directo e tal pesaria nos número finais. Porque a Oliveirense não falhou.

Barreiros fez um hat-trick de grande penalidade (uma na recarga)

Na segunda parte, o Forte foi mais afoito e muito perigoso. Gil - quem mais? - empatou logo na primeira jogada após o reatamento e os italianos, com uma excelente falange de apoio, procuraram passar para a frente. Mas o bloco oliveirense e Xevi Puigbi foram negando o golo à equipa de Pierluigi Bresciani.

Até que a regra, que foi de ouro para a Oliveirense, voltou a vingar. A oito minutos do final, a terceira grande penalidade era para Albert Casanovas. Mas, quando o castigo máximo foi mandado repetir, lá foi Ricardo Barreiros. E não falhou.

Pedro Gil aponta o caminho para os derradeiros segundos

O Forte tentou tudo. De perto e de longe, individual e colectivamente, com quatro e até com cinco jogadores de pista. Mas o resultado persistiria até final e a Oliveirense garantia, pela primeira vez na sua história, a presença na final da Liga Europeia.



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