Mundo Do Hoquei - Portal informativo de Hoquei em Patins

Eficácia leonina dá regresso ao top 5

Eficácia leonina dá regresso ao top 5
Depois da tempestade costuma vir a bonança. Após jornadas teoricamente [...]

Depois da tempestade costuma vir a bonança. Após jornadas teoricamente mais difíceis – e que na prática também se revelaram como tal – o Sporting voltou à tranquilidade ao vencer o Cambra, o Cronenberg para a Taça CERS e a Física, as últimas três partidas realizadas, fechando 2015 da melhor forma. A formação de Nuno Lopes voltou ao quinto lugar da classificação – posição alcançada no final da temporada passada – após a vitória por 8-4 em Torres Vedras.

O conjunto leonino esteve fiel aos princípios apresentados desde há muito. Pouca dinâmica no ataque conectada com o individualismo exagerado e, na rectaguarda, muitas facilidades, originadas desde logo pelas perdas de bola em zonas ‘proíbidas’. A Física, por outro lado, mais competitiva que o normal, arriscando constantemente o roubo de bola. A diferença esteve na baliza mas também no stick dos rematadores, bem mais eficazes do lado verde e branco. Pedro Chambell que tem sido um muro na defesa torriense esteve aquém das últimas exibições, enquanto Girão encontrou-se ao grande nível demonstrado noutros tempos.

Tuco e Cacau foram os primeiros a fazer o gosto ao stick enquanto Filipe Bernardino reduziu de grande penalidade, depois de já ter desperdiçado um livre directo. Com ligeiramente mais oportunidades de golo, os torrienses acabaram por dar razão à velha máxima ‘quem não marca, sofre’. Na segunda metade, surge Cláudia Rego, figura habitual, pela negativa, em Torres Vedras. Depois de ter ‘dado’ três pontos ao Benfica na vitória dos encarnados frente à Física por 6-3, voltou a não estar (nada) bem, assinalando uma 10ª falta inexistente e que permitiu ao Sporting aumentar para 3-1, de livre directo, por Cacau. Vicente acabou por reduzir para a Física em power-play numa recarga no interior da área mas Cláudia Rego, no culminar de uma arbitragem desastrada, voltou a dar aos leões um livre directo difícil de se explicar dado que a falta que o originou teve pouco de grave. Para piorar, marca o livre directo e não cumpre as regras, não mostrando cartolina azul a Carlos Godinho. Cacau não perdoou, e ‘matou’ as esperanças da Física em chegar ao empate.

A partir de então o Sporting começou a superiorizar-se, aproveitando-se da pouca frescura física e psicológica dos jogadores da casa para, através de remates bem colocados, dilatar o marcador. Viana e Centeno colocaram o resultado em 6-2 com Filipe Bernardino a reduzir, depois de ter desperdiçado o segundo livre directo de que dispôs na partida. João Lima faz o 6-4 mas António Teixeira invalida o lance de forma errada, dado que o avançado da casa não levantou o stick de forma irregular tal como foi assinalado. Nos protestos, Godinho vê o azul e Luís Viana, num grande gesto técnico, volta a marcar (7-3), desta vez de livre directo.

A finalizar, Garrancho (que marca com o patim mas Cláudia Rego validou) e João Pinto marcaram um tento para cada lado e fixaram o marcador em 8-4, justo mas duvidoso. Apesar de o Sporting não merecer tal consideração porque é alheio às decisões da arbitragem, fica a dúvida se a Física não conseguiria fazer a ‘gracinha’ se a arbitragem, que pendeu para o lado contrário em situações cirúrgicas (dois livres directos que colocaram os leões com vantagem de dois tentos por duas ocasiões), tivesse estado ao nível dos restantes intervenientes.



Fonte: Modalidades

Comentários

Notícias lidas no momento

A carregar...