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Portugal não evitou tetra espanhol

Portugal não evitou tetra espanhol
Fotos: Cosimo Martimucci Portugal perdeu no último jogo da competição por 1-2 e a Espanha revalidou o título de campeã europeia. Quando Portugal ent...

Fotos: Cosimo Martimucci (CERH)

Portugal perdeu no último jogo da competição por 1-2 e a Espanha revalidou o título de campeã europeia.

Quando Portugal entrou em rinque, ao segundo dia de prova, a Espanha já tinha três pontos e 12 golos de vantagem, fruto de uma esmagadora vitória sobre uma França renovada. Nesse primeiro jogo, as pupilas de Carlos Pires defrontaram a sua congénere italiana, anfitriã do certame.

As portuguesas chegaram a estar a vencer por 1-4 mas a Itália de Pino Marzella chegou à diferença mínima, reservando uns calafrios para a fase final da partida.

Portugal frente à anfitriã Itália

Repetir-se-ia o enredo de suspense até final contra a Alemanha, mas desta feita muito por culpa própria. Com uma vantagem de dois golos, a selecção das quinas viu as germânicas reduzirem para a margem tangencial e, muito perdulárias no ataque, só puderam descansar quando o apito final perpetuou o 2-1 como resultado do jogo.

Seguiu-se a França, equipa mais frágil deste Europeu. Em vésperas do decisivo jogo com a Espanha, Portugal geriu a partida e venceu por 1-3, com as gaulesas a obterem o tento de honra já perto do apito final. Mas também a Espanha “descansou”.

Frente à Alemanha, a selecção de Alejandro Dominguez chegou ao 0-3 a 17 minutos do final e não voltou a marcar, claramente com o pensamento no jogo decisivo do dia seguinte.

Na decisiva partida, a derradeira do Mundial, transformada numa final que não existe num modelo de todos-contra-todos, Portugal não conseguiu repetir o que fizera no Mundial, vencendo então a Espanha – nos oitavos-de-final - por 3-1.

O decisivo jogo entre Espanha e Portugal

A Espanha surgiu neste Europeu determinada a apagar a má imagem desse Mundial (marcado ainda antes da partida com Portugal pela goleada sofrida frente à Argentina por 7-1) e em conquistar um inédito tetra. E, na estreia de Alejandro Dominguez, ex-treinador da equipa principal do Reus da Ok Liga, não deixou escapar a oportunidade.

Ainda assim, Portugal, sob orientação de Carlos Pires foi uma equipa personalizada e não facilitou as coisas à sua congénere espanhola e Marlene Sousa adiantou as portuguesas aos quatro minutos.

No entanto, a reacção não tardou. A precisar apenas de um empate, a Espanha restabeleceu a igualdade dois minutos após o tento sofrido, por Laura Puigdueta.

A igualdade a uma bola manteve-se por 19 minutos… Então, a 15 do final, Maria Díez, melhor marcadora da prova, fez o gosto ao stick e consumou a reviravolta, não sofrendo o marcador mais alterações.

Os três pontos confirmaram o quinto título espanhol – quarto consecutivo - em 13 edições da prova. Portugal soma três conquistas.

Maria Díez (“Peke”) sagrou-se melhor marcadora da competição; Díez marcou… onze

Maria Díez com 11 golos foi a mais certeira em prova, de uma Espanha que terminou com 23 golos marcados – muito inflacionados com os 12 apontados à França - e apenas três sofridos em quatro jogos.

Ana Ferreira, com três golos conseguidos foi a mais profícua das portuguesas. Marlene Sousa, Rita Lopes (ambas com dois), Carolina Gonçalves, Maria Silva e Rute Lopes completaram a dezena de golos conseguidos por Portugal, que repetiu o vice-campeonato conseguido em 2005, 2011 e 2013.

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